Pallade Veneta - Biden diz que estuda pedido da Austrália para absolver Assange

Biden diz que estuda pedido da Austrália para absolver Assange


Biden diz que estuda pedido da Austrália para absolver Assange
Biden diz que estuda pedido da Austrália para absolver Assange / foto: HENRY NICHOLLS - AFP

O presidente americano, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (10) que os Estados Unidos estudam um pedido da Austrália para que retire as acusações de espionagem contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.

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O parlamento australiano aprovou em fevereiro uma moção para encerrar a saga legal contra Assange, um cidadão australiano preso ha cinco anos no Reino Unido e que luta para não ser extraditado para os Estados Unidos.

"Estamos avaliando", respondeu Joe Biden a um jornalista ao ser questionado se havia uma resposta americana para o pedido australiano.

Os Estados Unidos pediram a extradição de Assange, que pode ser condenado no país a 175 anos de prisão por publicar desde 2010 mais de 700 mil documentos sigilosos sobre atividades militares e diplomáticas americanas, particularmente relacionadas com o Iraque e o Afeganistão.

No fim de março, a justiça britânica pediu aos Estados Unidos novas garantias sobre o tratamento que seria dado a Assange se ele for extraditado, caso contrário poderia conceder ao fundador do WikiLeaks um último recurso no Reino Unido.

"Faça o correto, retire as acusações", pediu no X a mulher de Assange, Stella, após o comentário de Biden.

Apoiadores de Assange alegam que ele expôs irregularidades no Exército americano e que sua batalha legal representa uma luta pela liberdade de imprensa. Já Washington argumenta que os vazamentos colocaram vidas em perigo, devido à divulgação de documentos contendo o nome de fontes da inteligência.

O editor-chefe do WikiLeaks, Kristinn Hrafnsson, defendeu hoje uma solução política para a situação de Assange. "Esse é o tipo de caso que, primeiramente, nem deveria ter começado", declarou, durante uma manifestação de apoio no centro de Londres. Para ele, o tempo que Assange já passou na prisão de Belmarsh, em Londres, é "excessivo e brutal".

A.Tucciarone--PV

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