Pallade Veneta - Bolsas asiáticas fecham em alta e mercados europeus seguem a tendência

Bolsas asiáticas fecham em alta e mercados europeus seguem a tendência


Bolsas asiáticas fecham em alta e mercados europeus seguem a tendência
Bolsas asiáticas fecham em alta e mercados europeus seguem a tendência / foto: Richard A. Brooks - AFP

As Bolsas asiáticas registraram leve alta nesta segunda-feira (14) e os mercados europeus seguem a tendência, depois que o governo dos Estados Unidos anunciou uma isenção tarifária para os produtos do setor de tecnologia.

Alterar tamanho do texto:

Depois da agitação na semana passada nos mercados, devido aos temores sobre as consequências para a economia da guerra comercial entre Estados Unidos e China, os mercados abriram nesta segunda-feira em calma.

Os investidores mostraram alívio após o anúncio emitido na sexta-feira pela Casa Branca de que isentará os smartphones, semicondutores, computadores e outros dispositivos das tarifas elevadas anunciadas pelo presidente Donald Trump.

Na Ásia, a Bolsa de Tóquio fechou em alta de 1,2%, Seul ganhou 0,95%, Sydney 1,34%, Hong Kong 2,4% e Xangai 0,8%.

A tendência positiva seguiu na Europa: às 7h05 GMT (4h05), a Bolsa de Paris avançava 2,14%, Frankfurt 2,10%, Milão 2,04% e Londres 1,60%.

As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos à China, no âmbito da ofensiva protecionista empreendida por Trump, somam 145% e, em resposta, Pequim anunciou impostos de 125% para os produtos americanos.

"A semana começa com alívio, já que os Estados Unidos isentarão os produtos eletrônicos - a maioria fabricada na China - das principais medidas tarifárias", explicou Ipek Ozkardeskaya, analista do Swissquote Bank.

A tranquilidade pode ser passageira, já que Trump e seus principais assessores alertaram no domingo que as isenções têm caráter temporário.

Nos mercados financeiros, "persiste uma grande incerteza", afirmou Andreas Lipkow, analista independente.

O sentimento de inquietação entre os investidores se reflete no dólar, que registra a menor cotação em vários anos. Em um mês, a moeda americana perdeu 5% de seu valor em relação ao euro.

O ouro, que se beneficiou da incerteza como valor de refúgio e estabeleceu vários recordes, operava em leve queda de 0,25% nesta segunda-feira, a 3.229,56 dólares a onça (31,1 gramas).

O mercado do petróleo continuava abalado pelos temores sobre a demanda mundial e os riscos de uma recessão.

O barril de WTI, referência nos Estados Unidos, era negociado a 61,37 dólares e o de Brent do Mar do Norte a 64,65 dólares.

H.Lagomarsino--PV

Apresentou

Avião que decolou de Cabo Verde por surto de hantavírus pousou nas Canárias

Um dos dois aviões que decolaram de Cabo Verde para evacuar os passageiros do navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus pousou nesta quarta-feira (6) no arquipélago espanhol das Ilhas Canárias, e o outro está viajando em direção aos Países Baixos.

Fifa amplia punição do argentino Prestianni, que pode cumprir suspensão na Copa

A Fifa ampliou para nível mundial os efeitos da punição do argentino Gianluca Prestianni, que foi suspenso por seis jogos pela Uefa por ter ofendido o brasileiro Vinícius Júnior em jogo da Liga dos Campeões, informou à AFP um porta-voz da entidade máxima do futebol nesta quarta-feira (6).

Trump aumenta pressão para alcançar acordo de paz e ameaça Irã com novos bombardeios

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã com novos bombardeios nesta quarta-feira (6) e aumentou a pressão para chegar a um acordo que ponha fim à guerra, apesar de ter anunciado anteriormente que suspenderia um plano para escoltar navios pelo Estreito de Ormuz.

Venezuela defende na CIJ seu direito 'irrenunciável' à região de Essequibo

A Venezuela tem um direito "irrenunciável" sobre a região de Essequibo, rica em petróleo, declarou nesta quarta-feira (6) um representante do país na Corte Internacional de Justiça (CIJ), durante uma audiência para tentar solucionar uma antiga disputa com a Guiana sobre o território.

Alterar tamanho do texto: