Pallade Veneta - Trump se reúne com presidente sírio na Arábia Saudita e pede normalização das relações com Israel

Trump se reúne com presidente sírio na Arábia Saudita e pede normalização das relações com Israel


Trump se reúne com presidente sírio na Arábia Saudita e pede normalização das relações com Israel
Trump se reúne com presidente sírio na Arábia Saudita e pede normalização das relações com Israel / foto: Bandar AL-JALOUD - Saudi Royal Palace/AFP

Donald Trump se reuniu nesta quarta-feira (14) em Riade com o presidente sírio Ahmad al Sharaa, a quem pediu que normalize as relações com Israel, após a surpreendente iniciativa de suspender as sanções contra Damasco.

Alterar tamanho do texto:

O encontro, descrito como breve e informal por Washington, demorou pouco mais de meia hora, informou a Casa Branca.

A reunião também teve a participação por chamada de vídeo do presidente da Turquia, Recep Tayuyip Erdogan, indicou a agência de imprensa oficial turca.

O príncipe herdeiro e governante de fato saudita, Mohamed bin Salman, também estava presente na reunião, segundo uma foto divulgada pela agência oficial de notícias de Riade, que mostra o aperto de mãos de Al Sharaa e Trump.

Al Sharaa, que tem um passado jihadista, foi detido em uma prisão americana no Iraque e, durante um período, comandou uma filial da Al-Qaeda na Síria, tomou o poder em Damasco em dezembro do ano passado, como líder de uma coalizão de forças rebeldes que, em uma campanha relâmpago de 11 dias, derrubou o regime de Bashar al-Assad.

Na terça-feira, em seu primeiro dia em Riade, em uma jornada dominada pela economia, Trump anunciou de maneira surpreendente a suspensão das sanções americanas impostas à Síria pela repressão exercida pelo regime de Assad.

"Ordenarei o fim das sanções contra a Síria para dar a eles uma chance de grandeza", disse Trump em Riade.

O governo sírio recebe a notícia como um "ponto de inflexão fundamental" para o país, devastado por quase 14 anos de uma guerra civil que deixou meio milhão de mortos e milhões de deslocados.

A notícia foi celebrada em Damasco, onde uma multidão se reuniu na emblemática Praça dos Omíadas.

O fim das sanções significa que "Washington aceitou as garantias da Arábia Saudita para legitimar a nova administração síria", afirmou Rabha Seif Allam, do Centro de Estudos Políticos e Estratégicos de Al Ahram, no Cairo.

"Permitirá à Síria receber o financiamento necessário para reativar a economia, impor a autoridade do estado central e lançar projetos de construção" com o apoio dos países do Golfo, acrescentou.

Na reunião, Trump pediu a Al Sharaa que normalize as relações com Israel, assuma o controle das prisões onde estão os integrantes do Estado Islâmico e expulse da Síria os "terroristas" palestinos.

O encontro foi recebido com dúvidas por Israel, aliado crucial dos Estados Unidos na região.

Israel, que ocupa uma parte do território sírio nas Colinas de Golã, bombardeia com frequência o território sírio, como já fazia durante o regime de Assad, e desconfia das novas autoridades islamistas de Damasco que buscam reconstruir o país.

O presidente dos Estados Unidos também se reunirá em Riade com outros líderes dos países do Golfo.

Países como Arábia, Emirados Árabes Unidos, Catar e Omã estão em plena transformação econômica, o que abre oportunidades de negócios para as empresas americanas, e alcançaram um peso diplomático que vai além da região do Golfo.

- Diplomacia e negócios -

As conversas de Trump durante a viagem incluirão vários temas, incluindo as negociações dos Estados Unidos com o Irã pelo programa nuclear de Teerã, a guerra na Faixa de Gaza e as atividades dos rebeldes huthis do Iêmen.

Mas Trump visita a região principalmente para assinar grandes acordos econômicos.

O príncipe Mohamed bin Salman prometeu investimentos sauditas de até 600 bilhões de dólares (3,36 trilhões de reais) nos Estados Unidos, em grandes contratos de armamento ou projetos ligados à Inteligência Artificial e energia.

Contudo, a próxima etapa da viagem, Catar, pode ser mais incômoda para Trump.

O motivo é um Boeing 747-8 oferecido a Trump pela família real do Catar para substituir, ao menos provisoriamente, o avião presidencial Air Force One. Trump argumenta que é apenas um "presente temporário".

Mas a oposição democrata nos Estados Unidos critica a aceitação do "maior suborno estrangeiro da história recente" e pretende adiar algumas nomeações presidenciais no Senado.

Além das suspeitas de corrupção que o presente levanta, a oferta do Catar gera perguntas sobre a segurança da aeronave que transportará o presidente da maior economia mundial.

N.Tartaglione--PV

Apresentou

SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया

रोमानिया के 41 वर्षीय उद्यमी अलेक्सांद्रु निकोलाए बोडी (Alexandru Nicolae Bodi) 1 नवंबर 2026 से पूर्वी यूरोप में SCANDIC FINANCE GROUP के अंतरराष्ट्रीय परिचालन और वैश्विक बैंकिंग रणनीति प्रभाग (International Operations & Global Banking Strategy) का कामकाज संभाल रहे हैं। इस पद पर वे 384 कर्मचारियों की टीम का नेतृत्व करते हैं और जर्मनी में समूह की रियल एस्टेट परियोजनाओं का समन्वय भी करते हैं।

SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท

อเล็กซันดรู นิโคลาเอ โบดี (Alexandru Nicolae Bodi) นักธุรกิจชาวโรมาเนียวัย 41 ปี เข้ารับหน้าที่ดูแลงานในยุโรปตะวันออกของฝ่ายปฏิบัติการระหว่างประเทศและกลยุทธ์การธนาคารระดับโลก (International Operations & Global Banking Strategy) ของ SCANDIC FINANCE GROUP ตั้งแต่วันที่ 1 พฤศจิกายน 2569 โดยบริหารทีมงาน 384 คน และประสานงานโครงการอสังหาริมทรัพย์ในสหพันธ์สาธารณรัฐเยอรมนี

SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı

Rumen girişimci Alexandru Nicolae Bodi (41), 1 Kasım 2026’dan bu yana SCANDIC FINANCE GROUP bünyesindeki “Uluslararası Operasyonlar ve Küresel Bankacılık Stratejisi” (International Operations & Global Banking Strategy) biriminin Doğu Avrupa faaliyetlerini yönetiyor. Bodi bu görev kapsamında 384 kişilik bir ekibe liderlik ediyor ve Almanya Federal Cumhuriyeti’ndeki gayrimenkul projelerini koordine ediyor.

Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE

Od 1 listopada 2026 r. 41-letni rumuński przedsiębiorca Alexandru Nicolae Bodi odpowiada w SCANDIC FINANCE GROUP za działalność pionu „International Operations & Global Banking Strategy” w Europie Wschodniej. Kieruje zespołem liczącym 384 osoby i koordynuje projekty na rynku nieruchomości w Republice Federalnej Niemiec.

Alterar tamanho do texto: