Pallade Veneta - Premiê chinês diz que cúpula da Asean é 'resposta' a situação geopolítica incerta

Premiê chinês diz que cúpula da Asean é 'resposta' a situação geopolítica incerta


Premiê chinês diz que cúpula da Asean é 'resposta' a situação geopolítica incerta
Premiê chinês diz que cúpula da Asean é 'resposta' a situação geopolítica incerta / foto: FAZRY ISMAIL - POOL/AFP

O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse, nesta terça-feira (27), que a primeira cúpula entre seu país, os líderes do Sudeste Asiático e os Estados do Golfo foi uma resposta à atual incerteza geopolítica.

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Os líderes do bloco regional, reunidos em Kuala Lumpur, estão enfrentando o desafio do drástico aumento das tarifas dos Estados Unidos, anunciado em abril pelo presidente Donald Trump.

Apesar de uma pausa de 90 dias para a maioria dos países, a decisão dos EUA faz com que a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) acelere seus esforços para diversificar suas redes comerciais.

Uma cúpula na terça-feira reuniu os dez países-membros da associação, a China, representada por seu primeiro-ministro Li Qiang, e o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), um bloco regional composto por Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Li considerou a reunião uma "resposta" a "uma situação internacional volátil".

"Esta cúpula é um trabalho pioneiro de cooperação econômica regional", disse ele.

A Asean tradicionalmente assume uma posição de neutralidade entre EUA e China.

Na terça-feira, o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, prometeu que a Asean manteria o diálogo com Washington e Pequim.

"A posição da Asean é central. Se isto significa trabalhar com os chineses, nós o faremos", acrescentou.

"Dada a incerteza e a imprevisibilidade associadas às relações econômicas com os Estados Unidos, os países-membros [da organização] estão procurando se diversificar" através de "intercâmbios entre o Golfo e a China", enfatizou.

Pequim, que sofreu diretamente com o aumento das tarifas americanas, também busca consolidar seus outros mercados.

A China e a Asean já são os maiores parceiros comerciais entre si e as exportações chinesas para Tailândia, Indonésia e Vietnã aumentaram significativamente em abril, um fenômeno atribuído ao redirecionamento de mercadorias originalmente destinadas aos Estados Unidos por Pequim.

T.Galgano--PV

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