Pallade Veneta - Trump ameaça proibir empresas de defesa de pagar dividendos e recomprar ações

Trump ameaça proibir empresas de defesa de pagar dividendos e recomprar ações


Trump ameaça proibir empresas de defesa de pagar dividendos e recomprar ações
Trump ameaça proibir empresas de defesa de pagar dividendos e recomprar ações / foto: Mandel NGAN - AFP

O presidente Donald Trump ameaçou nesta quarta-feira (7) limitar a remuneração dos executivos das principais empresas contratadas pelo setor de defesa dos Estados Unidos e proibir o pagamento de dividendos aos acionistas e a recompra de ações, ao acusar o setor de priorizar o lucro em detrimento da velocidade de produção.

Alterar tamanho do texto:

Trump afirmou na plataforma Truth Social que impediria os executivos de empresas de defesa de ganhar mais de US$ 5 milhões (R$ 27 milhões) por ano até que construam novas fábricas de produção e acelerem a entrega de equipamento militar.

"As empresas contratadas pela defesa pagam atualmente dividendos enormes aos seus acionistas e realizam recompras em massa de ações, em detrimento do investimento em fábricas e equipamentos", argumentou Trump. "Por mais alto que pareça, é uma fração do que ganham agora", acrescentou, sobre os US$ 5 milhões.

O anúncio surpreendeu os mercados, e empresas do setor de defesa, como Lockheed Martin e General Dynamics, caíram 1,4%. Já a Northrop Grumman perdeu mais de 2%.

"Essa situação não será mais permitida nem tolerada!", afirmou Trump, que criticou os prazos de manutenção e reparo de equipamentos vendidos e exigiu que o serviço seja "perfeito e pontual".

A declaração não especifica que autoridade legal Trump usaria para aplicar as restrições anunciadas, mas a Casa Branca insinuou que ele planeja emitir um decreto.

Dois meses atrás, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, advertiu a essas empresas que estava renovando os métodos de aquisições do Pentágono, para "transformar" o governo.

D.Vanacore--PV

Apresentou

Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas

O banco central chinês prometeu hoje medidas para estimular os mercados financeiros, após as iniciativas anteriores não terem conseguido inverter a tendência negativa das bolsas chinesas, que registaram em outubro o pior mês em acima de uma década. Quanto ao governador do Banco do Povo da China, Pan Gongsheng, apresentou anteriormente um relatório à liderança da Assembleia Nacional Popular, órgão legislativo máximo da China, no qual anunciou a “implementação eficaz de instrumentos de política monetária” para enfrentar os riscos financeiros em setores fundamentais, como os mercados de capitais

Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial

O principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, fechou hoje a cair 1,42%, pressionado pelas dúvidas no setor da inteligência artificial (IA), na sequência da vitória do Partido Democrata nas eleições intercalares nos Estados Unidos. Quanto ao indicador, que agrupa os 225 títulos mais representativos do mercado japonês, caiu 893,23 pontos, situando-se em 62.

PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques

A bolsa de Lisboa abriu a sessão em terreno positivo, com uma subida de 1,08% para 9. 323,72 pontos.

Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados

O ouro ultrapassou a barreira dos quatro mil dólares, regressando a terreno positivo após os Democratas ganharem a maioria no Congresso dos EUA. O movimento do metal amarelo está em contraciclo com a descida observada no dólar.

Alterar tamanho do texto: