Pallade Veneta - Para Scaloni, Argentina está entre as "10 ou 12" seleções que disputarão título na Copa do Mundo

Para Scaloni, Argentina está entre as "10 ou 12" seleções que disputarão título na Copa do Mundo


Para Scaloni, Argentina está entre as "10 ou 12" seleções que disputarão título na Copa do Mundo
Para Scaloni, Argentina está entre as "10 ou 12" seleções que disputarão título na Copa do Mundo / foto: Luis ROBAYO - AFP

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, procurou minimizar o status de favorita de sua equipe, afirmando que os atuais campeões mundiais estão apenas entre as "10 ou 12" seleções que "vão brigar e tentar chegar à final" da Copa do Mundo de 2026 na América do Norte.

Alterar tamanho do texto:

Em entrevista ao portal esportivo argentino Olé, publicada nesta terça-feira (2), Scaloni garantiu que a 'Albiceleste' chega "bem" ao Mundial, identificou quais seleções considera as candidatas mais fortes e descreveu como sente o peso da responsabilidade inerente ao seu cargo.

"Espanha, França, Portugal, Inglaterra, Brasil, Colômbia, Uruguai. Bom, Argentina, Marrocos... nem sei quantas citei. Provavelmente já estou esquecendo alguém. Croácia! Esqueci a Croácia!", enumerou o treinador de 48 anos.

Em seguida, ele alertou que, em uma Copa do Mundo, "não basta simplesmente jogar bem, ser protagonista ou ser uma grande seleção", mas "vários fatores precisam se alinhar para encontrar o caminho rumo ao sucesso".

Como exemplo, Scaloni lembrou os percalços que a Argentina enfrentou em sua trajetória rumo ao título na Copa do Mundo de 2022, no Catar, como a inesperada derrota por 2 a 1 para a Arábia Saudita em sua partida de estreia.

"Felizmente, temos um núcleo de muitos jogadores, eu diria 60 ou 70 por cento, que se manteve constante ao longo deste ciclo", observou Scaloni.

A Copa do Mundo oferece muito pouco tempo para preparação e, segundo Scaloni, é uma "ajuda" o fato de os jogadores já se conhecerem e entenderem o que a comissão técnica espera deles.

Dezessete jogadores do elenco campeão da Copa do Mundo de 2022, no Catar, retornarão para representar a Argentina no torneio que acontecerá na América do Norte, de 11 de junho a 19 de julho.

Durante a entrevista, Scaloni também abordou o desgaste emocional de "saber que um país inteiro" está observando a seleção com altas expectativas, lembrando que enfrentou problemas de saúde após a Copa do Mundo de 2022, no Catar.

"Tentei agir com normalidade. Tentei ser aberto com todos, cumprimentando a todos. Mas chega um momento em que você fica sobrecarregado. Você simplesmente não consegue continuar, porque seu corpo te diz 'basta'", disse ele.

A Argentina (campeã em 1978, 1986 e 2022) está no Grupo J e iniciará a defesa de seu título contra a Argélia, em 16 de junho, em Kansas City. O grupo é completado por Áustria e Jordânia.

O.Merendino--PV

Apresentou

Egito vence Nova Zelândia (3-1) com brilho de Salah e fica perto dos 16-avos da Copa

Com um gol que selou a virada e uma assistência, Mohamed Salah assumiu o protagonismo para conduzir o Egito a uma vitória por 3 a 1 sobre a Nova Zelândia neste domingo (21), em Vancouver, no Canadá, deixando sua seleção à beira da classificação para os 16-avos de final da Copa do Mundo de 2026.

Torcedores franceses e iraquianos se reúnem ao redor da estátua de Rocky, na Filadélfia

Entre duzentos e trezentos torcedores franceses e iraquianos se reuniram no domingo (21) ao redor da estátua de Rocky Balboa, localizada bem em frente ao Museu de Arte da Filadélfia, na véspera da partida entre França e Iraque pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026.

Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni

O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, disse neste domingo (21) que as pausas para hidratação introduzidas nas partidas poderiam, em teoria, favorecer a equipe que está perdendo, embora o time que ataca também possa tirar proveito delas.

Messi volta a se refugiar com a seleção argentina durante 'dias difíceis'

Vinte anos depois, toda a Argentina ainda gira em torno de Lionel Messi. Sua simples presença inspira os atuais campeões mundiais a sonhar, mas agora é o próprio camisa 10 quem precisa de sua seleção, e do ecossistema construído para apoiá-lo, tanto dentro quanto fora de campo.

Alterar tamanho do texto: