Pallade Veneta - Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 40 mortos

Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 40 mortos


Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 40 mortos
Novos ataques israelenses em Gaza deixam pelo menos 40 mortos / foto: Omar AL-QATTAA - AFP

Pelo menos 40 pessoas morreram nesta sexta-feira (4) em Gaza em novos ataques israelenses, segundo a agência de Defesa Civil do território palestino.

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Um balanço prévio da organização relatava 15 óbitos.

De acordo com um funcionário do órgão, Mohamad al Mughayyir, entre os falecidos havia cinco pessoas que foram mortas a tiros enquanto esperavam perto de um ponto de distribuição de ajuda humanitária gerido pelos Estados Unidos perto de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, e outra que esperava ajuda perto da ponte de Wadi Gaza, no centro do território.

Procurado pela AFP, o Exército israelense afirmou que não podia comentar de modo específico os ataques sem coordenadas precisas, mas alegou que atua "para desmantelar as capacidades militares do Hamas", o movimento islamista que governa Gaza.

Na quinta-feira, a agência de Defesa Civil de Gaza relatou 73 mortes.

Israel ampliou recentemente as operações militares na Faixa de Gaza, onde a guerra, iniciada em outubro de 2023, gerou condições humanitárias terríveis e forçou o deslocamento de grande parte da população, mais de dois milhões de pessoas.

As restrições à imprensa em Gaza e as dificuldades para acessar vários pontos impedem a AFP de verificar de forma independente os balanços divulgados pela Defesa Civil.

A guerra na Faixa de Gaza entre o Exército israelense e o Hamas foi desencadeada pelo ataque sem precedentes desse movimento islamista palestino no sul de Israel, em 7 de outubro de 2023.

Esse ataque deixou 1.219 mortos, em sua maioria civis, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais israelenses.

Pelo menos 57.130 palestinos morreram na ofensiva israelense em Gaza, principalmente civis, segundo o Ministério da Saúde desse território, estatísticas que a ONU considera confiáveis.

M.Romero--PV

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