Pallade Veneta - Confrontos na Síria deixam 24 mortos, a maioria da comunidade drusa

Confrontos na Síria deixam 24 mortos, a maioria da comunidade drusa


Confrontos na Síria deixam 24 mortos, a maioria da comunidade drusa
Confrontos na Síria deixam 24 mortos, a maioria da comunidade drusa / foto: Shadi AL-DUBAISI - AFP/Arquivos

Pelo menos 24 pessoas morreram em confrontos entre tribos beduínas e combatentes locais na cidade predominantemente drusa de Sweida, no sul da Síria, informou neste domingo (13) um observatório de guerra, enquanto as autoridades enviavam forças para controlar a situação.

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Os confrontos são o primeiro surto de violência na região desde os combates entre membros da comunidade drusa e as forças de segurança, que deixaram dezenas de mortos entre abril e maio.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que pelo menos 24 pessoas morreram — 20 delas drusas, incluindo duas crianças, e quatro beduínas.

O meio de comunicação local Sweida 24 divulgou um balanço preliminar de 10 mortos e 50 feridos de ambos os lados.

O mesmo veículo informou o fechamento da estrada entre Damasco e Sweida devido à violência.

Uma fonte do governo sírio, que pediu anonimato por não estar autorizada a falar com a imprensa, disse à AFP que as autoridades estavam enviando forças para controlar a situação.

O veículo estatal sírio SANA declarou que forças de segurança haviam sido mobilizadas nas fronteiras administrativas entre as províncias de Daraa e Sweida, diante da situação.

A população drusa da Síria gira em torno de 700 mil pessoas, e Sweida abriga o maior número dessa comunidade.

As facções beduínas e drusas mantêm uma rivalidade de longa data em Sweida, com episódios de violência que eclodem ocasionalmente.

Desde a deposição do antigo governante sírio Bashar al Assad, surgiram preocupações quanto aos direitos e à segurança das minorias sob as novas autoridades islamistas, que também têm enfrentado dificuldades para restabelecer a segurança de forma mais ampla.

Os confrontos entre as novas forças de segurança e os combatentes drusos, em abril e maio, levaram líderes locais e figuras religiosas a assinarem acordos para conter a escalada e melhorar a integração dos combatentes drusos no novo governo.

T.Galgano--PV

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