Pallade Veneta - Trump ataca adversários ao indultar perus por Ação de Graças

Trump ataca adversários ao indultar perus por Ação de Graças


Trump ataca adversários ao indultar perus por Ação de Graças
Trump ataca adversários ao indultar perus por Ação de Graças / foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS - AFP

Donald Trump transformou nesta terça-feira (25) um simples ritual de Washington em uma provocação política ao conceder perdão a dois perus na cerimônia anual de Ação de Graças na Casa Branca.

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Desde a época de Abraham Lincoln, os presidentes americanos evitam que perus sortudos se tornem o prato principal do Dia de Ação de Graças, embora a cerimônia só tenha se tornado uma tradição anual quando John F. Kennedy a oficializou em 1963.

As aves deste ano, Waddle e Gobble, da Carolina do Norte, estavam destinados a ser os protagonistas de um momento festivo e bipartidário.

Mas Trump aproveitou a ocasião para atacar seus adversários democratas e até reviveu uma teoria da conspiração sobre o processo de perdão de seu antecessor, Joe Biden.

Waddle esteve ausente por razões que não ficaram imediatamente claras, mas Gobble apareceu e deu a impressão de estar agradecido por não ir ao forno junto com muitos outros alvos de Trump.

O presidente disparou seus ataques contra Chicago, insistindo mais uma vez que poderia acabar com a criminalidade na terceira maior cidade dos Estados Unidos se o governador de Illinois, J.B. Pritzker — a quem chamou de "gordo e preguiçoso" — simplesmente lhe permitisse enviar tropas federais. Também afirmou que o prefeito de Chicago, Brandon Johnson, tinha um "QI baixo".

Depois foi a vez de Biden, a quem se referiu pelo apelido de "Joe Dorminhoco".

"Ele usou uma máquina para assinar e conceder o perdão aos perus no ano passado", afirmou, dizendo que isso invalidou todo o processo.

Trump afirma com frequência que Biden, a quem considera senil, seria incapaz de governar e que sua equipe teria recorrido a uma máquina para imitar sua assinatura.

Na galeria que circunda o Jardim das Rosas da Casa Branca, onde ocorreu a cerimônia desta terça-feira, Trump pendurou uma coleção de retratos de presidentes norte-americanos em molduras douradas. O de Biden foi substituído por uma fotografia em preto e branco de uma máquina de assinatura.

Nem mesmo as aves escaparam de se transformar em adereços políticos. Trump ponderou em voz alta sobre mudar o nome dos dois sortudos perus.

"Eu ia chamá-los de Chuck e Nancy, mas percebi que nunca poderia perdoá-los", disse, em alusão a figuras do Partido Democrata: o atual líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, e a ex-presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

F.Dodaro--PV

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