Pallade Veneta - Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia

Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia


Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia
Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia / foto: Jim WATSON - AFP

Donald Trump não pediu a redução dos serviços via satélite da Starshield na Ucrânia, afirmou nesta sexta-feira (16) um funcionário americano depois que o magnata da tecnologia Elon Musk insistiu que qualquer limitação ao sistema de comunicações teria sido decidida, em última instância, pelo presidente.

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"O presidente nunca fez nenhum pedido deste tipo", disse o funcionário, sob condição de anonimato, em resposta a uma pergunta sobre se a ordem havia partido da Casa Branca.

Kiev relatou restrições ao serviço, operado pela SpaceX, de Musk, na quarta-feira (14), pouco depois de Trump criticar a Ucrânia e pedir que o país deixasse de atacar refinarias de petróleo russas.

Musk havia afirmado que "qualquer limite de velocidade ou uso" dos sistemas Starshield de sua empresa, a SpaceX, foi "decidido pelo Exército americano e, em última instância, pelo POTUS", sigla em inglês para presidente dos Estados Unidos.

A Ucrânia utiliza o Starshield, serviço de comunicação via satélite de nível militar da Starlink, para comunicações no campo de batalha, ataques de médio alcance em territórios ocupados pela Rússia e operações com drones interceptores.

O país também utiliza o Starlink, sistema de comunicação via satélite civil da SpaxeX.

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou nesta sexta-feira que o serviço estava sendo restabelecido e que "meus aliados me disseram que a administração e a Casa Branca enviaram uma mensagem à SpaceX pedindo" que a medida fosse adotada.

As relações entre Washington e Kiev têm se deteriorado nos últimos dias.

Trump pediu a substituição de Zelensky depois que o líder ucraniano criticou um acordo americano que permite a entrada de mais diesel russo nos mercados mundiais.

F.M.Ferrentino--PV

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