Pallade Veneta - Israel e Gaza em guerra após ofensiva surpresa do Hamas

Israel e Gaza em guerra após ofensiva surpresa do Hamas


Israel e Gaza em guerra após ofensiva surpresa do Hamas
Israel e Gaza em guerra após ofensiva surpresa do Hamas / foto: MOHAMMED ABED - AFP

Israel e Gaza entraram em guerra neste sábado (7), após o lançamento de uma ofensiva surpresa do grupo islâmico palestino Hamas, que disparou milhares de foguetes e infiltrou combatentes em solo israelense.

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"Estamos em guerra", declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. "Esta não é uma operação simples (…). O inimigo pagará um preço sem precedentes", afirmou o presidente em uma mensagem de vídeo, na qual reconheceu que o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, lançou "um ataque criminoso surpresa".

Netanyahu disse ter ordenado "uma ampla mobilização" de reservistas.

O aumento da violência começou com uma onda de foguetes lançada de vários pontos da Faixa de Gaza a partir das 6h30 (00h30 no horário de Brasília) deste sábado. O braço armado do Hamas assumiu a responsabilidade pelo ataque e afirmou que milhares de projéteis foram lançados.

As forças israelenses responderam com ataques aéreos contra alvos do Hamas, e garantiram que também lutavam em terra, perto do enclave palestino, contra milicianos infiltrados de Gaza por terra, mar e ar.

"Houve um ataque combinado com a ajuda de parapentes", disse o porta-voz do Exército israelense, tenente-coronel Richard Hecht, aos repórteres, alertando que "algo grande" estava acontecendo.

Pelo menos duas pessoas morreram em Israel, segundo as autoridades: uma mulher de 60 anos, no sul do país, e um representante israelense no nordeste da Faixa de Gaza em um tiroteio com milicianos infiltrados.

O Hamas também divulgou um vídeo mostrando três homens que teriam sido capturados por seus combatentes.

- "Operação dilúvio" -

As forças armadas israelenses informaram o acionamento de sirenes no sul do país, enquanto a polícia pedia à população que permanecesse perto de abrigos antibombas.

Sirenes também foram ativadas em Jerusalém, segundo jornalistas da AFP, que viram foguetes sendo interceptados no céu logo após os alarmes soarem.

O braço armado do Hamas assumiu a responsabilidade pelo ataque com foguetes e afirmou que mais de 5.000 foguetes foram lançados.

"Decidimos pôr fim a todos os crimes da ocupação (israelense); o seu tempo de violência sem responsabilização acabou", declarou o grupo. "Anunciamos a operação Dilúvio Al Aqsa e disparamos, no primeiro ataque de 20 minutos, mais de 5.000 foguetes".

O Exército israelense informou o disparo de pelo menos 2.200 foguetes de Gaza até as 10h30, horário local (04h30 em Brasília).

Centenas de palestinos na Faixa de Gaza abandonaram as suas casas para se afastarem das zonas fronteiriças com Israel.

Homens, mulheres e crianças fugiram com cobertores e alimentos, a maioria deles da parte nordeste do enclave palestino, confirmou um jornalista da AFP.

A escalada da violência provocou inúmeras reações internacionais.

A Rússia apelou à calma e disse estar "em contato com todo mundo neste momento, com os israelenses, os palestinos e os árabes", segundo Mikhail Bogdanov, vice-ministro das Relações Exteriores e emissário do Kremlin para o Oriente Médio e a África.

A Turquia também instou israelenses e palestinos a "agirem de maneira razoável".

A União Europeia condenou "inequivocamente" os ataques "dos terroristas do Hamas" e manifestou a sua "solidariedade com Israel", que tem o "direito de se defender", afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

França, Reino Unido, Alemanha e Espanha condenaram os ataques do Hamas e tanto a Itália como a Ucrânia apoiaram o direito de Israel se defender.

- Protestos na fronteira -

Israel mantém um duro bloqueio contra a Faixa de Gaza, um território palestino empobrecido e sobrepovoado, desde que o Hamas assumiu o poder total em 2007.

Desde então, houve várias guerras devastadoras entre combatentes palestinos e forças israelenses. Os dois lados viveram tensões em setembro, quando Israel fechou a fronteira aos trabalhadores palestinos durante duas semanas.

O fechamento da fronteira foi criticado como uma punição coletiva que prejudicou milhares de trabalhadores palestinos, que podem ganhar mais dinheiro trabalhando em Israel do que em Gaza, onde o desemprego é muito alto.

A reabertura da fronteira aumentou as esperanças de uma melhoria na situação em Gaza, onde vivem 2,3 milhões de pessoas.

Em maio, uma troca de bombardeios aéreos e foguetes israelenses a partir de Gaza deixou 34 palestinos e um israelense mortos.

U.Paccione--PV

Apresentou

Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?

Noosha Aubel tillträdde med ett stort förtroende. I den avgörande omröstningen fick hon 72,9 procent av rösterna. För att få en fullständig bild måste man dock också beakta att endast 42,5 procent av de röstberättigade deltog. Detta berodde uppenbarligen på hennes föregångare Mike Schuberts (53, SPD / Tysklands socialdemokratiska parti) sätt att sköta sitt ämbete. Aubel själv ville inte ha någon hundradagars respitperiod efter sitt tillträde den 24 oktober 2025. Politik, så löd hennes högtflygande ambition, ska vara tillgänglig, transparent och effektiv, och förvaltningen modern och mänsklig. Den som väcker sådana förväntningar får inte klaga över att tidigt bli bedömd utifrån sina egna utfästelser.

Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?

Noosha Aubel rozpoczęła swoją kadencję, ciesząc się ogromnym zaufaniem wyborców. W drugiej turze wyborów uzyskała 72,9 procent głosów. Aby jednak w pełni ocenić tę sytuację, należy również uwzględnić fakt, że w wyborach wzięło udział zaledwie 42,5 procent uprawnionych do głosowania. Było to najwyraźniej spowodowane sposobem sprawowania urzędu przez jej poprzednika, Mike’a Schuberta (53 lata, SPD / Socjaldemokratyczna Partia Niemiec). Sama Aubel po objęciu urzędu 24 października 2025 roku nie chciała korzystać ze stu dni karencji. Polityka, zgodnie z jej ambitnym postulatem, powinna być przystępna, przejrzysta i skuteczna, a administracja – nowoczesna i ludzka. Kto budzi takie oczekiwania, nie może narzekać, że wcześnie jest oceniany na podstawie własnych zapowiedzi.

Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;

Η Noosha Aubel ανέλαβε τα καθήκοντά της με μεγάλη εμπιστοσύνη. Στον δεύτερο γύρο των εκλογών έλαβε το 72,9% των ψήφων. Για να κατανοήσουμε πλήρως το πλαίσιο, πρέπει όμως να σημειώσουμε ότι συμμετείχε μόνο το 42,5% των εκλογέων. Αυτό οφειλόταν προφανώς στη θητεία του προκατόχου της, Mike Schubert (53, SPD / Σοσιαλδημοκρατικό Κόμμα της Γερμανίας). Η ίδια η Aubel, μετά την ανάληψη των καθηκόντων της στις 24 Οκτωβρίου 2025, δεν ήθελε περίοδο χάριτος εκατό ημερών. Η πολιτική, σύμφωνα με τη μεγαλόστομη δήλωσή της, πρέπει να είναι προσιτή, διαφανής και αποτελεσματική, ενώ η διοίκηση πρέπει να είναι σύγχρονη και ανθρώπινη. Όποιος δημιουργεί τέτοιες προσδοκίες, δεν πρέπει να παραπονιέται που αξιολογείται νωρίς με βάση τις δικές του δηλώσεις.

Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?

Noosha Aubelová nastoupila do funkce s velkou důvěrou voličů. Ve druhém kole voleb získala 72,9 procenta hlasů. Pro úplný kontext je však třeba uvést, že se voleb zúčastnilo pouze 42,5 procenta oprávněných voličů. To bylo zjevně způsobeno působením jejího předchůdce Mikea Schuberta (53, SPD / Sociálnědemokratická strana Německa). Samotná Aubelová po svém nástupu do úřadu 24. října 2025 nechtěla žádnou stodenní lhůtu na rozběh. Politika by podle jejího velkolepého prohlášení měla být přístupná, transparentní a účinná, správa pak moderní a lidská. Kdo vzbuzuje takové očekávání, nesmí si stěžovat, že je brzy posuzován podle svých vlastních slibů.

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