Pallade Veneta - Protestos e segurança reforçada no mundo por guerra entre Israel e Hamas

Protestos e segurança reforçada no mundo por guerra entre Israel e Hamas


Protestos e segurança reforçada no mundo por guerra entre Israel e Hamas
Protestos e segurança reforçada no mundo por guerra entre Israel e Hamas / foto: Murtadha Ridha - AFP

A guerra entre Israel e o movimento islâmico Hamas levou a manifestações pró-palestinas no Oriente Médio e a um reforço das medidas de segurança em torno de locais judaicos na França, Alemanha e Reino Unido.

Alterar tamanho do texto:

- Reforço da segurança -

França

O ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, anunciou um reforço da segurança em torno dos locais de culto e das escolas judaicas, embora tenha esclarecido que neste momento “não há ameaças”.

Alemanha

Na Alemanha, o governo reforçou a segurança em torno dos edifícios da comunidade judaica e da representação israelense, informou a ministra do Interior alemã, Nancy Faeser, no jornal Bild.

As autoridades também monitoram "muito de perto possíveis simpatizantes do Hamas na esfera islâmica", afirmou a ministra.

A polícia de Berlim, por sua vez, relatou “pessoas comemorando os ataques contra Israel distribuindo doces na Sonnenallee”, uma avenida localizada em um bairro com uma grande comunidade muçulmana.

Reino Unido

A polícia de Londres aumentou neste domingo a presença das suas patrulhas em alguns bairros, depois de terem ocorrido “incidentes” ligados à guerra entre Israel e o Hamas.

O Ministério do Interior apelou à “tolerância zero” contra “a exaltação do terrorismo”.

O ministro de Estado da Imigração, Robert Jenrick, compartilhou um vídeo no X (antigo Twitter) em que pessoas são vistas agitando bandeiras palestinas nas ruas e buzinando em veículos.

- Manifestações pró-palestinas -

A guerra entre Israel e o Hamas levou a manifestações pró-palestinas neste fim de semana na Turquia, Iraque, Irã, Síria, Líbano e Iêmen.

Irã

Centenas de pessoas protestaram em várias cidades da República Islâmica, incluindo Teerã, com bandeiras palestinas e fogos de artifício, segundo imagens da agência oficial IRNA.

O presidente iraniano, Ebrahim Raisi, declarou neste domingo que apoia “a defesa legítima da nação palestina” e disse que Israel deve “ser responsabilizado” pela situação.

Em Teerã, grandes cartazes diziam que “a grande operação de libertação começou”. Bandeiras israelenses também foram queimadas no protesto.

Líbano

No Líbano, o Hezbollah organizou uma manifestação no sul de Beirute para apoiar a ofensiva do Hamas. “Morte a Israel”, gritavam no protesto.

Um alto funcionário do movimento libanês, Hachem Safieddin, prestou homenagem aos “heróis de Gaza” e afirmou que “chegou a hora da vingança”.

Síria

Em Damasco, grupos de jovens distribuíram bolos aos carros em uma praça central em sinal de alegria.

Turquia

Milhares de turcos participaram de um protesto em Istambul em apoio aos palestinos.

“O povo palestino está apenas defendendo a sua pátria, isso não tem nada a ver com terrorismo”, disse à AFP Sahin Ocal, 54 anos, um dos organizadores da manifestação.

Iêmen

Houve também manifestações pró-palestinas em Sanaa, capital do Iêmen, onde foram queimadas bandeiras israelenses e americanas.

As milícias huthis, apoiadas pelo Irã e que controlam a cidade, gritavam “Morte aos Estados Unidos, morte a Israel”.

Iraque

Uma manifestação pró-palestina está planejada na cidade sagrada xiita de Karbala.

No sábado, centenas de manifestantes reuniram-se na capital Bagdá para celebrar a ofensiva do Hamas. Alguns dos participantes pisotearam e queimaram bandeiras israelenses e gritaram “não aos Estados Unidos, não a Israel”.

O.Mucciarone--PV

Apresentou

Crises diplomáticas do Brasil com EUA e Argentina se agravam

As relações entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, e seu aliado argentino, Javier Milei, sofreram uma grave deterioração em apenas 24 horas, dois meses antes das eleições.

Flávio Bolsonaro escolhe deputado conservador Alfredo Gaspar como candidato a vice

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou, nesta quarta-feira (5), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice em sua chapa para as eleições de outubro. O congressista conservador é focado no combate ao crime, tema central da campanha eleitoral.

Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?

Noosha Aubel tillträdde med ett stort förtroende. I den avgörande omröstningen fick hon 72,9 procent av rösterna. För att få en fullständig bild måste man dock också beakta att endast 42,5 procent av de röstberättigade deltog. Detta berodde uppenbarligen på hennes föregångare Mike Schuberts (53, SPD / Tysklands socialdemokratiska parti) sätt att sköta sitt ämbete. Aubel själv ville inte ha någon hundradagars respitperiod efter sitt tillträde den 24 oktober 2025. Politik, så löd hennes högtflygande ambition, ska vara tillgänglig, transparent och effektiv, och förvaltningen modern och mänsklig. Den som väcker sådana förväntningar får inte klaga över att tidigt bli bedömd utifrån sina egna utfästelser.

Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?

Noosha Aubel rozpoczęła swoją kadencję, ciesząc się ogromnym zaufaniem wyborców. W drugiej turze wyborów uzyskała 72,9 procent głosów. Aby jednak w pełni ocenić tę sytuację, należy również uwzględnić fakt, że w wyborach wzięło udział zaledwie 42,5 procent uprawnionych do głosowania. Było to najwyraźniej spowodowane sposobem sprawowania urzędu przez jej poprzednika, Mike’a Schuberta (53 lata, SPD / Socjaldemokratyczna Partia Niemiec). Sama Aubel po objęciu urzędu 24 października 2025 roku nie chciała korzystać ze stu dni karencji. Polityka, zgodnie z jej ambitnym postulatem, powinna być przystępna, przejrzysta i skuteczna, a administracja – nowoczesna i ludzka. Kto budzi takie oczekiwania, nie może narzekać, że wcześnie jest oceniany na podstawie własnych zapowiedzi.

Alterar tamanho do texto: